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7 de agosto de 2009

Errata

Esbórnia que se preze é aquela que até pra ser contada gera confusão.

Os irresponsáveis por este blogue vem a público declarar na maior cara de pau com toda humildade, que após toda refestelança alegria que rolou na festa de anteontem, ficaram impossibilitados de fazer qualquer merda realizar textos incríveis, e assumem que deixaram tal inutilidade tarefa a um idiota esforçado estagiário a blogueiro.

Crédulos de que nada de imbecil errado poderia acontecer, bodearam foram tranquilamente usufruir de um sono justo.

Mas, como todo estagiário é foda/inútil/um bosta/inconsequente inexperiente, deixou-se levar pela farra e bebeu antes de dirigir redigir.

(vide flagrante registrado abaixo).

Portanto, esclarecemos o seguinte sobre o post de ontem:

Na terceira foto: Em primeiro plano - Pê (a fofa em todos os sentidos) recebe seu convidado de honra, Enfil Not.el.ku. Enquanto no segundo plano à esquerda, JN, o sem-preconceito-facinho-facinho, dá um singelo selinho em seu convidado especial and misterioso.

Na última foto: Pê é quem bate a foto, portanto é a fogosa/insaciável gracinha da Afrodite que está ladeada pelos gostosos fofos Olavo, Sasso and Welker.

Certos da compreensão de todos, agradecemos a compreensão de terem compreendido de forma compreensiva. texto escrito de qq jeito Este texto não segue as novas normas da língua portuguesa. (E nem temos certeza se segue a antiga).

6 de abril de 2009

Bom Humor é FUNDAMENTAL

AAAahhhhhh.... como é bom rir de/por coisas boas!

Tai um vídeo que me agrada.

Motivos: Talento e competência alinhados à criatividade e principalmente ao BOM HUMOR!



Pessoas, BOM HUMOR é fundamental para se viver!!



E quero oferecer, como homenagem, ao meu irmão Beto, que há 8 anos fez a sacanagem de morrer e me deixar sem poder compartilhar de seu humor bom e muitas vezes negro, mas sem dúvidas, sempre inteligente!


Esse vídeo é cara dele! E a minha também!


Ai que saudade duca%$#@!*&!! :)

5 de março de 2009

Presentim...

Ontem foi aniversário de um amigo muito querido.
Do tempo de fanzine.
Do tempo de música, incenso, papel, tesoura e cola.
Do tempo de cartas e selos.
Do tempo de dormir no chão.
Do tempo de ação direta.
Do tempo em que acreditávamos sermos capazes de mudar o mundo.
Do tempo em que a amizade era tudo.
O tempo passou e pelo menos uma coisa, de todas essas, não mudou.
A amizade ainda é tudo!
Jânião, meu amigo-irmão, aquele abraço!
Loira.
Foto: 04/03/09, às 19h42 - presentim procê! :)

22 de janeiro de 2009

Abismo

"Lua limpa
A beira do abismo
Todas as coisas
São simples"
- Paulo Leminski -

Tudo é tão simples.
Tão fácil.
Mas tão difícil.

Tudo é tão difícil.
Mas tão simples.
Tão fácil.

26 de dezembro de 2008

Prima Obra-Prima

Em uma cidade há vários habitantes.
Talvez muitos, talvez poucos.
Uns são bons, talvez.
Outros, menos bons. Talvez maus.
A divisão muitas vezes era notória.
Noutras, sutis.
Às vezes, confundiam o forasteiro, perturbando-o.
Confuso, acreditou que a divisão era a solução.
Não percebia que a divisão, neste caso, diminuía, causava perda.
E sendo assim, cegava-se ao pensar que só existiam dois seres.
Era uma conta simplista demais.
Não havia apenas duas moradoras naquela cidade.
Mas ele não enxergava isso.
Hoje é sabido que a cidade é repleta de moradoras.
E são elas que personalizam a cidade, que dão vida, forma e essência.
Cada uma delas é uma parte do todo.
Faz o todo ser a obra-prima.
Criam o contexto geral.
Ilusão achar que somente uma delas é a melhor. A mais propícia para o forasteiro.
Sem a docilidade e ternura para abrandar o furacão da paixão e ira, o forasteiro jamais conheceria a cidade.

25 de dezembro de 2008

O presente do prazer

O prazer é viver o presente.
O presente de viver é o prazer.
Viver o presente é um prazer.
Viver com prazer é um presente.
(Pê)

Desenho e texto de Flávio Calazans

"Papai Noel
No saco de Pandora
Traz paixões e emoções
Saboreie gosto e rom (rum)
Caseira da carne
O presente do prazer
VIVER"

16 de dezembro de 2008

FANZINE cena hardcore

Há tempos estou devendo uma carta pro Cientista, apelido do Luis Eduardo, fanzineiro (das antigas) de Londrina, PR. Ele me mandou um envelope recheado de coisas boas, e o tempo corrido não me permitiu responder à altura. Isso me fez pensar/perceber o quanto tudo mudou desde que deixei de vez a cena zineira, por volta de 93. Comecei a fazer fanzine em 1986, e tinha contato com gente do Brasil todo, além de algumas correspondências de outros países. Era loucura aquilo tudo. Dezenas de cartas toda semana na caixa postal, praticamente impossível manter contato com todos. Mas respondia pra maioria.

Vim conhecer pessoalmente o Cientista por volta de 1990, quando ele organizou um encontro libertário em Londrina e eu fui. Bem, mas a história não é essa. O objetivo aqui é comentar o material que ele me mandou. E sei que devo explicar o que é um fanzine, para aqueles que não conhecem.

Fanzine é uma publicação feita em casa, por qualquer pessoa (normalmente adolescentes), sobre o assunto que mais gosta. Recorta, cola, escreve, datilografa, dobra, prepara, xeroca e distribui. Basicamente é isso. Só que agora, século XXI, os fanzines se adaptaram à nova realidade tecnológica.

Pra fazer uma analogia, “os blogues de hoje são os fanzines de ontem” – essa é minha concepção. Inúmeros blogues, espalhados por todo o mundo, com assuntos diversos, formas e cores, difundindo idéias e trocando contatos com pessoas que tem afinidades.

Mas nada como sentir o papel nas mãos, o cheiro da tinta do xerox ou da máquina off-set. Deitar na cama ou no chão e ficar lendo os zines por horas e horas e trocar idéias com pessoas de todo tipo. Vejo que tenho realmente muita coisa pra comentar sobre o recheio do envelope, mas para que não fique um post muito longo, vou fazer aos poucos, pra não misturar os assuntos.

O Cientista é um cara que admiro muito. Dedicado, batalhador, inteligente, criativo e muito competente na cena underground. Ele me mandou o Cena Hardcore número 6, que é muito bem diagramado, impresso em papel bom, capa colorida, diversificado nos assuntos, libertário no conteúdo, e tem uma coisa que sempre gostei num zine: endereços e comentários sobre os zines que ele tem contato. E é fantástico ver como ainda tem zines sendo feitos hoje em dia! E alguns nomes do passado ainda estão na ativa. Ao lado de cada informação, tem a capa do zine, que eu acho ótimo, porque dá vontade de ler. Então vou terminar esse primeiro post sobre zines, transcrevendo um trecho de abertura sobre fanzines, que diz bem como a coisa tá rolando hoje em dia.

“Buuuuuuhhhh! Que bicho é este? O Fanzine é um dos maiores meios de vinculação da imprensa alternativa no mundo. Muitas revistas, alguns jornais e sites já foram fanzines. Hoje a Internet agiliza as coisas e democratiza mais a informação, mas eu sou do tempo em que o Fanzine, as cartas e a fita demo davam a sustentação ao cenário underground. Por isto os Fanzines que continuam – mesmo com a Internet – merecem ser valorizados e estimulados. Enviem cartas para os Fanzines, mas não esqueça de enviar um selo de 1º porte para agilizar a resposta. Prestigie os Fanzines!”


Contato: FANZINE CENA HARDCORE Luis Eduardo (Cientista) Cx. Postal 306 – Londrina – PR – CEP: 86001-970 hcscene@sercomtel.com.br http://www.fotolog.net/surface http://www.cenahardcore.com.br/

26 de novembro de 2008

Carinhoso

Versão da Música Carinhoso, em tempos de internet.

Meu coração,
não sei por quê,
bate feliz,
quando te vê (online no msn).
E os meus olhos,
ficam sorrindo.
E tuas linhas (escritas)
ficam te seguindo.
Mas mesmo assim...
foges de mim! (quando fica offline)
Ah! Se tu soubesses
como sou tão carinhoso...
E muito muito que te quero
Como é sincero cada scrap (rsrs)
Eu sei que tu não fugirias mais de mim.

;)
Acabo de receber esse email, e resolvi postar. Coisas simples me deixam extremamente feliz. Principalmente quando vem de alguém que eu amo pra caralho, que me inspira, que é meu guru, meu porto, meu amigo, meu irmão, e que eu preciso tanto da força e alegria dele pra poder seguir em frente. Amei receber teus torpedos hoje e por esse email. Amo seu bom humor, sua alegria, você, meu Poeta dos Paradoxos. Loira.

7 de novembro de 2008

Bronca

Recebi um email que termina assim:

"Dar uma sumida é o caralho".

E depois ele sorri:

:)

Não é uma delícia ser amada(o)??

"Roubei" a imagem do blog da Carol, pq é linda (a Carol e a foto) e diz tudo o que senti.

5 de novembro de 2008

Só rindo pra não chorar!

Pessoas do bem, seguinte: Estou fechada para reforma e caso eu não apareça muito, não esquentem e sintam saudades, assim me sentirei querida! (Sim, carência total). Estou até pensando em criar publicamente uma campanha que já fiz antes, porém individual: "Salve uma amiga com apenas uma frase". Espero que meus coleguinhas continuem postando coisas legais ou engraçadas ou filosóficas ou bobagens, enfim... Eu vou ficar por aqui mais voyeur do que participativa. E como tb já descobri há tempos o recurso de agendamento de postagem, vou deixar algumas bobagens engatilhadas. Pra dissipar o estresse tenho brincado de Paper Toy, conhecem? Esse ai é o meu Ogro, pronto pra me comer!! rárárárárá

14 de agosto de 2008

What I am

“Não estou ciente de muitas coisas. Sei o que eu sei, se você sabe o que quero dizer” Tenho saudade. Não uma saudade qualquer. É específica, mas quase inexplicável. É sobre poder compartilhar e aprender coisas, como:
  • Leite morno, nescau e biscoito: tudo dentro do copo.
  • Berlin Affair: Espanta o frio e não deixa bêbado.
  • Edie Brickell & New Bohemians: Ainda tenho o K7, do tempo do walkman.
  • Mexer os dedos dos pés dentro do coturno: estratégia pra não congelar os dedos.
  • O silêncio: presente no intervalo das conversas. Foi quem mais disse coisas importantes.
  • Sentar no chão do ônibus cheio: de costas um pro outro, é uma técnica pra descansar!
  • Encontro de Cineclubistas: Motivo pra viajar.
  • Ilha do Mel: dormir no chão da cabana, o sal, a areia, o vento e a cerveja.
  • Cinema: O diabo no corpo.
  • Comida árabe, chuva e frio, sol e calor, papo e silêncio, leitura e sono.
  • O vinho tinto com a pizza, o escuro do cinema, dos calçadões por onde andamos.
Tudo isso sempre morou dentro de mim, mas resgatei uma carta que citava esse período (na época uns 4 anos... hoje, 20!), e que hoje é tão atual e mais forte do que nunca. Sobre o quanto era boa a bagunça, a incerteza, o mistério, o deixar acontecer. O quanto tudo foi mudado. Mas muda mesmo e a gente muda junto, no fim querendo mais que o que agora está arrumado, continue organizado. Continuo retirando das pedras as belezas da vida. E sobrevivo feliz por saber que certas coisas nunca mudam, como essa poesia que sobrevive ao tempo. E que gera a saudade.

13 de agosto de 2008

Carpe diem

Pra mim ele está sorrindo, babando e se debatendo todo, com vontade de nadar, correr, sair, VIVER. Deixe isso acontecer. A vida se vive hoje, e bem. Muito bom ver seus traços de novo, principalmente assim, espontâneo, correndo, vibrando, bagunçado, vivo e intenso.