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3 de setembro de 2010

Hoje tem Festa!!

HOJE É ANIVERSÁRIO DO JOTA ENE!! APAREÇAM NA CASA DELE, A FESTA TÁ GARANTIDA! COMES E BEBES À VONTADE.

5 de janeiro de 2010

Imagem do dia

Da sessão "o que vejo de minha janela",
nuvens carregadas se aproximam...
mas aposto que só vão desaguar em SP.

05.01.2010 - 14h47

31 de dezembro de 2009

Adeus 2009!

Queridos amigos, deixo aqui, oficialmente, um beijo em todos, desejando um ano novo cheio de alegrias e realizações, porque cada um sabe o que é melhor pra si. :)
Um beijo especial ao JOTA, por ter "segurado a bronca" por um bom período, enquanto eu estava (estou) ausente.
Valeu cara, vc é 10!

5 de agosto de 2009

Aniversário do Dissipando

Hoje faz um ano que o dissipando foi pro ar pela primeira vez.

A idéia era juntar uns amigos que outrora foram doidos, e resgatar essa sadia loucura pra relaxar das tensões diárias. Atualmente, com tantos medicamentos no mercado, poucos doidos sobraram.

Mas como nem tudo está perdido, além-mares foi descoberto mais um desocupado blogueiro que está na ativa, o qual ajuda a manter esse blog no ar. Porém, contudo, todavia, entretando... esses dois seres irresponsáveis legais, não estão nenhum pouco inspirados para fazer um post babaca bacana hoje. Resolveram ir direto pra comemoração, encher a cara e curtir a vida real. Afinal, descobriram que pra todo problema, há solução!
Amanhã postaremos algumas imagens da festa de hoje! Abraços a todos os meia-dúzia que de vez enquando aparecem por aqui.

31 de maio de 2009

Quente ou Fria?

Uma das melhores coisas pra dissipar o estresse é um banho quente! Amo banho quente.

O difícil é conceituar o que é água quente.

Fui obrigada a escutar isso:

"A água, assim que ela deixa de ser fria, já é quente".

Dã.

1. Descobri, neste conceito acima, que água morna não existe.
2. E o que gosto mesmo é de banho com água pelando!
Aff... ninguém merece banho frio!
Só de cachoeira!

19 de maio de 2009

Bateu o martelo.

Pessoas!
Jogo rápido. Tempo curto. (15 minutos de Lan = R$3,00! Que assalto!)
Estarei ausente por algum (pouco) tempo.
Não sumam.
Em tempo: O leilão foi encerrado. Como TOOOOODOS os 2 participantes fizeram seus lances em alto nível, teremos que dividir o prêmio.
Uma "banda" de bunda pra cada um!!!
Uma pra Tetê e outra pro Jota!!
Divirtam-se crianças, e me contem as novidades depois.

2 de abril de 2009

1 Trilhão de Dólares

O que lhe parece ser o tamanho de 1 trilhão de dólares?
Toda essa conversa de "pacote de estímulos" e "salvamentos financeiros..."
1 bilhão de dólares....100 bilhões de dólares...800 bilhões de dólares...1 TRILHÃO de dólares...O que isso significa? Qual é o tamanho destas coisas?
Bem, vamos começar com uma nota de $100 dólares.
Atualmente, esta é a maior nota em circulação nos E.U.A. (Teria as de 500 e de 1000 mas ninguém nunca as viu.)
Muitas pessoas já viram estas notas de US$100, poucos possuem uma no bolso, onde quer que você vá ela faz uma fest(inha) e sempre seria uma garantia de fazer amigos onde quer que voce vá.

Um pacote de 100 (cem) notas de $ 100 dólares é inferior a 1,5 cm de altura (espessura) e contém $10.000 dólares. Encaixa facilmente no seu bolso e é mais do que suficiente para uma semana ou duas de diversão da pior (ou da melhor) espécie.

Até aqui tudo bem. Acredite ou não, abaixo eu te apresento uma pequena pilha que é de $1 milhão de dólares (100 pacotes de $ 10.000). Você poderia colocar esta quantia em um saco de papel de supermercado e passear por aí com ele facilmente, ninguem iria te perceber. Enquanto que, hoje em dia, a merreca de $ 1 milhão parece bem inexpressiva, US$ 100 milhões é um pouco mais respeitável. Já é uma pilha grande e que se encaixa perfeitamente em um caixote (palete) de madeira padrão, veja e compare com o tamanho de uma pessoa. E quando tivermos que compor a quantia de US$ 1 bilhão de dólares...agora parece que estamos chegando a algum lugar...10 fardos de $100 milhões
Em seguida, vamos olhar para um trilhão de dólares. Este número é o que temos ouvido nos últimos meses, nas notícias do mercado financeiro e sobre a crise mundial.
O que é um trilhão de dólares? Trata-se de um milhar de bilhões.
É o número 1 seguido por 12 zeros. US$1.000.000.000.000
Está pronto para isto? É bastante surpreendente. Vá em frente...
Role para baixo...
Senhoras e senhores,
Eu lhes apresento o tamanho de $ 1 trilhão de dólares...
(E repare que os paletes são pilhas duplas)
Portanto, da próxima vez que você ouvir alguém falar por aí sobre "$ 1 trilhão de dólares" ... isso é o que eles estão falando.
Este é o tamanho da conversa!!!
Olha o Homenzinho no cantinho esquerdo! Repito, olhe o homenzinho no canto esquerdo! (Clique na imagem).
(Recebido por email, este texto não me pertence. Infelizmente nem sequer uma notinha apenas de 100 dólares me pertence!) AMIGO, FIQUE RICO!

31 de janeiro de 2009

Em falta

Estávamos em quatro amigas, depois de 3 meses sem se ver, sem trabalhar juntas, sem rir e se estressar. Foi um encontro pra colocar o papo em dia, e principalmente para podermos rir muito. E assim foi. E lá estávamos sentadas numa das mesas na calçada de um bar em Santana. Plena quinta à tarde, aquele calor de chuva que não cai e o papo feminino rolando solto. Eis que vem lá da esquina, atrás de mim, uma senhora. Na verdade uma velhinha, beeeem velhinha. Magrinha, pequena, mas com roupas justas, de malhação! E veio andando devagar, se apoiando, literalmente, nas cadeiras e mesas. Passinho por passinho. Calculamos pra lá de setenta anos. E eu lá, falando pelos cotovelos, com toda minha delicadeza! Desestressando geral, saca? E quando chego na última frase, solto um alto e sonoro "Caralho", muito bem contextualizado, inclusive. Imediatamente eu escuto uma voz senil ao meu lado dizendo: - Caralho? Ah, minha filha, isso está em falta!! Não importa o tamanho, se é magro, se é gordo, está tudo em falta!!! E lá segue ela, se apoiando nas cadeiras e mesas, rumo não sei onde... talvez continue procurando o dito cujo!? E as quatro se apoiando na mesa, pra não cairem de tanto rir! Ah, que pena que não levei a máquina fotográfica!

19 de janeiro de 2009

Amizade

Desejar carinho, amor, ‘tudo de bom’ pra alguém, é só uma possibilidade.
Ajudar o desejo a se transformar em fato, é realidade.
Criar oportunidade para que acontecimentos bons aconteçam, não é tarefa das mais fáceis. Mas é possível.

E me sinto realizada quando consigo perceber que realizei, que investi tempo e prazer em transformar um simples momento de alguém em um momento especial, único. Fico satisfeita em saber que compartilhei, mesmo de longe, mesmo indiretamente, mesmo que superficialmente.

Certificar que o meu desejo ao outro foi realizado, proporcionando a tal felicidade, faz de mim parte desse contexto.

Não me desejem coisas boas, e sim compartilhem comigo momentos felizes. Obrigada aos que possibilitam a minha inserção nessa realidade. Isso eu chamo de AMIZADE.

26 de dezembro de 2008

Reflexões de Pós-Natal

Redescobri algumas coisas neste Natal.
• Meu espírito natalino é infinitamente maior do que muita gente que gosta da data.
• Sou uma boa pessoa. Independente do que acha o Papai Noel.
• Adoro boa comida. Detesto desperdício.
• Encontros devem ser espontâneos. A obrigatoriedade evidencia a hipocrisia.
• Natal sem criança é um saco cheio de nada. Os adultos são esse saco.
• Amo conversar. Não suporto falta de assunto.
• Amizade só no Natal é falsidade.
• Dissimulação é um veneno.
• Tenho mãos de fadas na cozinha. Eu me amo!
• Andar após o almoço ajuda na disgestão física, mental e espiritual.
• Amo cachorros. Cada dia mais.
• Fazer o bem faz bem, mesmo para quem não nos fez bem.
• Os natais foram incríveis na infância. Eu era feliz, e sabia.
• Os melhores presentes são os mais simples, surpreendentes, inesperados e carinhosos.
• Comida de mãe é algo divino.
• Separar o lixo limpo faz eu me sentir colaboradora de uma vida melhor para muita gente.
• Não conseguir agradar a todos faz de mim quem verdadeiramente sou.
• Respeitar minhas emoções e limites me faz feliz.
• O Natal é uma data que deprime a maioria das pessoas. Mesmo àquelas que não assumem.
• Eu sobrevivi a mais um Natal.

12 de dezembro de 2008

Alecrim

Tarde vazia. Vento forte, chuva se aproximando, tarefas acumuladas.
Não há nada melhor para sobreviver ao marasmo como surpresas bem-vindas.
E abrir oportunidades para elas chegarem, é primordial.
Como num passe de mágica a lembrança pode nos levar a todo e qualquer lugar. No tempo e no espaço.
No antes, no que já aconteceu e, acontecer novamente, neste instante.
Viver o que o outro vivenciou, através de relatos e sensações.
Degustar.
Sentir.
Provar.
Deliciar-se.
Ultimamente tenho utilizado muito alecrim na comida.
Abusado e lambuzado do seu sabor e aroma.
Refrescante e delicado. Por vezes intenso e dominante.
Posso sentir agora o cheiro do pão levemente torrando ao forno, salpicado da erva. Melhor que incenso no ar.
Acompanhado de chá verde, com mais algumas folhas de alecrim submersas, deixando esfriar levemente.
E pra refrescar, o gelo, duro e frio, contrastando com a febre da pele.
Degustar.
Sentir.
Provar.
Mas, nesse momento, não deliciar-se.

9 de dezembro de 2008

Praia desestressa

Definitivamente as coisas acontecem porque tem que acontecer, na hora que deve. Estou surpresa. Fico 3 dias dias distante, resolvendo algumas paradas, e quando volto tenho a feliz surpresa de que os amigos passaram por aqui. Muito legal ler as palavras do Adilson em homenagem ao seu pai, do Wallace que nunca escreve e escreveu um montão (eu gostei do trocadilho), dos comentários, enfim... é bom estar longe e perto ao mesmo tempo. Minha cabeça continua fervilhando, sem parar. Às vezes queria desligá-la. Não dá. Eu demorei pacas pra colocar um blog no ar porque sabia que ia viciar, como os zines. Principalmente tendo a tendência da mesma proposta. (Mas ainda nem chegou perto). Estou com uma pá de coisas pra escrever, mas não sei por onde começar. Acho então que vou plagiar o meu amigo Wall e escrever pequenos posts, pitadas de pensamentos e acontecimentos. É melhor mesmo, senão vira carta aberta.
Fui pra Santos esse final de semana, com a missão particular de resgatar a alegria de duas pessoas. Bem, mais ou menos isso. Tanto sabia que a coisa não seria exatamente fácil, que nem avisei os amigos e familiares que ia. Bem, foi tranquilo. Acho que é porque eu estava preparada.
Fui à praia no final da tarde, sozinha, ficar olhando o mar e tomando uma pá de cerveja. Foi ótimo entrar no mar já relaxada e rindo sozinha. Era domingo e o mar estava muito agitado ainda, foi ótimo. Lembrei quando surfava e o cheio salgado do mar levou embora o estresse. Certo, eu pedi a bênção de Iemanjá. E ela concedeu.
Enquanto isso, nas montanhas... o final de semana foi inteirinho dedicado a extirpar o vírus da máquina. I LOVE MY OGRO, ele é o máximo, não é que conseguiu!
Eu quis saltar de paraglider, mas não tive coragem de bancar 100 pilas pra isso. Acho que coragem pra "pular" eu tinha. Depois achei barato pacas, uma vez que terei que pagar uma multa de trânsito de quase 200 paus e que não me deu prazer algum aquela droga de ultrapassagem indevida.
Fiquei pensando nessa relação, de privação de um lado e gasto de outro. A gente tem mesmo que curtir a vida intensamente e dar muitas risadas à toa. Ligar o foda-se mesmo, e ser feliz.
Hoje meu irmão mais velho faria 43 anos. Há 7 tenho uma puta saudade do caralho. A ausência física é foda. Sou muito cinestésica. Fica mais foda ainda quando vc sabe que não há possibilidade de cruzar o sujeito na rua, sem querer, ao acaso, e dar aquele puta abraço apertado. Se ele estivesse vivo, tenho certeza que escreveria nesse espaço, mil loucuras e coisas engraçadas.
Mais domingo. Pela manhã estava um puta trânsito na orla da praia. Tava rolando um triathlon e o ônibus que me levaria ao hospital pra visita, foi bem lentamente. Fiquei reparando nos competidores, tinha de tudo. E lembrei do tempo que eu corria na praia, de ponta a ponta. Como eu conseguia fazer isso? Até que o pensamento sumiu ao ver que um dos atletlas corria de muletas, pois uma de suas pernas tinha paralesia. Eu preciso definitivamente voltar a correr. Sai preguiça!
Muita coisa aconteceu neste domingo, inclusive o São Paulo foi campeão de novo. E eu lá em Santos. Lembrei do meu colega de blog, amigo virtual, o
Olavo, que é São Paulino. Imaginei que o cara tava feliz. Hoje me arrependo de não ter mandado um email na sexta, dizendo que ia pra minha terra natal, quem sabe eu pudesse ter ido visitar o cara? Lógico, se ele quisesse. Cacete, como tudo muda quando a gente fica sabendo de certas coisas. Eu poderia não ter ido à praia, mas levaria as cervejas e assistiria o jogo, torceria junto. Não, não sou são paulina, e detesto futebol. Mas adoro alegria e festa, comemoração e esperança. Tô aqui torcendo por você cara. E na próxima vez que eu descer a serra, te aviso. Quem sabe a gente chama a Gláucia e faz um seleto encontro de blogueiros? Grande abraço e obrigada pelo selinho!!!

4 de dezembro de 2008

Fundo musical: Cocteau Twins

Manhã de quinta-feira, e a preocupação com um certo fato levanta-se junto com o sol.
Tudo bem, um dia de cada vez, viver intensamente, não se preocupar demasiadamente com algo que não posso resolver de imediato, respirar fundo e devagar etc e tal.
E vamos aos fatos concretos, a louça está na pia para ser lavada.
Tudo bem, não é para sempre o lado profissão dona-de-casa, portanto, vamos procurar algo pra escutar, como fundo musical pra lavar a louça.
Ai lembrei que faz um tempão que não coloco um LP pra rodar. Ah, era porque faltava a 'agulha'. Mas agora já tem uma novinha em folha, pronta pra rodar.
Hum, Cocteau Twins, que adoro e ontem, escutando uma rádio que esqueço que é boa, tocou uma música deles. Cocteau nunca foi de tocar (muito) em rádio, nem nas que tocavam rock alternativo na década de 80.
Matei as saudades. E gostoso é ouvir o chiado do LP rodando, da agulha raspando, e o pó na capa do disco que insiste em ficar por mais panos que se passe. É a marca do tempo.
Resolvi dividir, com quem quiser ouvir, a quarta faixa do lado B, uma das músicas que eu mais gosto da banda. É do disco "Blue Bell Knoll" e chama-se "A Kissed Out Red Floatboat". Não, nada de música digitalizada, purinha, perfeita. É pra curtir na bolacha, aqui comigo. Participação especial do "Ganso Gomes" de fundo.

14 de novembro de 2008

Escrita Automática

Oi. Hoje foi dia de presentes virtuais. Recebemos selinhos, memes, mas o humor não tá pra isso não. Aguardem, dias melhores virão. Mas ai eu vi algo interessante no blog da Carol, e lembrei de um tempo que brincava de escrita automática. Inclusive postarei, um dia, uma HQ feita assim, por mim e um desenhista do Sul. Mas depois conto. A questão é que peguei a caneta e deixei rolar. O ponto de partida é o alfabeto. Lá vai:
Ai,
Bosta.
Como
Dissipar o
Estresse?
Fuçando
Genericamente por
Horas na
Internet? O
Jeito é
Ligar
Mais
Nada.
Outra
Proposta:
Quero
Relembrar
Situações
Temporais
Únicas.
Vixe,
Xinguei.
Zuzu bem.

12 de novembro de 2008

Amélia

Hoje acordei Amélia. Típica dona-de-casa exemplar, saca?
Lava, limpa, enxuga, arruma, esfrega, pendura, varre... etc etc etc.(Não acaba nunca essa eca!).
No meio disso tudo o desejo incontrolável, há dias, de bolo de fubá. Por que será, né @di?
E já que estava inspirada, o fiz.

Essa receita é da Bisa Hermínia (Receita copiada em 1995 de um caderno de receitas da minha avó, que copiou em 26/01/1952.), que fazia bonequinhos de miolo de pão para entreter os 16 bisnetos. É a única receita que tenho, e é gostoso relembrar os ancestrais enquanto o faço.

Na original estava escrito que vai "1 colher e meia de sopa de banha". Naquela época não havia margarina. Deve ter mais de cem anos essa receita. É um bolo pesado, só vai fubá. Digo, não vai farinha de trigo. Eu adoro. Pena que não tinha em casa a erva-doce. Esse é o lado ruim de morar enfiada no mato. Se falta alguma coisa em casa, danço. Mas nada como a criatividade! Ficou uma delícia. Mas faltou a erva-doce. (Acho que o bolo de fubá da mãe do Adilson é mais gostoso... sniff). E nada melhor para acompanhar um bolo de fubá a tarde do que uma bruta chuva! Já que não podia ligar o computador, fiz mais dois amigos pra comer bolo comigo.

Bem, agora vou tirar a fantasia de gata borralheira e me transformar em Cinderela que o príncipe encantado já já chega!

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Bolo de Fubá da Bisa Hermínia

4 xícaras de fubá.

1/2 litro de leite.

1 1/2 colher de sopa de margarina.

1 colher de sopa de erva-doce.

1 pitada de sal.

2 1/2 xícaras de açúcar.

2 gemas. 2 claras em neve.

1 colher de sopa de fermento.

Fôrma untada e Polvilhada. Forno Regular. Bater numa vasilha com colher de pau.

PREPARO: Ferva o leite e a margarina. Junte ao fubá. Mexa depressa. Coloque o sal e a erva-doce. Depois o açúcar, as gemas e o fermento. Misturar as claras em neve.

5 de novembro de 2008

Só rindo pra não chorar!

Pessoas do bem, seguinte: Estou fechada para reforma e caso eu não apareça muito, não esquentem e sintam saudades, assim me sentirei querida! (Sim, carência total). Estou até pensando em criar publicamente uma campanha que já fiz antes, porém individual: "Salve uma amiga com apenas uma frase". Espero que meus coleguinhas continuem postando coisas legais ou engraçadas ou filosóficas ou bobagens, enfim... Eu vou ficar por aqui mais voyeur do que participativa. E como tb já descobri há tempos o recurso de agendamento de postagem, vou deixar algumas bobagens engatilhadas. Pra dissipar o estresse tenho brincado de Paper Toy, conhecem? Esse ai é o meu Ogro, pronto pra me comer!! rárárárárá

20 de outubro de 2008

Amor masculino

Faculdade. Boteco, propriamente dito. Tempo de muitos papos regados à cerveja gelada e barulho de fundo. E uma explicação, que na época, causou espanto! Mulher costuma ser muito romântica, e dificulta o entendimento disso. Hoje entendo. E gosto ainda mais.


(Em tempo: Era assim que os blogs surgiram no início dos anos 90: guardanapo de papel.)

6 de outubro de 2008

Ruim pra alguns, bom pra outro.

Outro dia soubemos de uma notícia chata. Um conhecido perdeu um dedo na maquita. Comentário de quem tem o humor na vida: "Agora já pode ser presidente"!

5 de outubro de 2008

Contagem Regressiva

Choveu a madrugada toda. Tempestade mesmo.
Amanheceu domingo, o que já é sinistro.
Contagem regressiva para o retorno ao trabalho.
Pra piorar, sou obrigada a sair de casa pra votar.
A esperança é que pare a chuva pra não aguar o churrasco.
Acho que vou beber todas pra não correr o risco de escutar a vinheta do Fantástico.

21 de setembro de 2008

Promessa é dívida

Como estamos em época de eleição, eu prometi e cumpri (melhor, pra mim mesma). No último dia 12 (vide publicação - ou post) disse e fiz. Lógico que quando cheguei à praia, o sol já tinho quase ido embora. Mas, promessa é dívida e a caipirinha não muda o gosto conforme o clima. Estava bem acompanhada, com um velho amigo, o Bob. Tomamos algumas. Brindamos à vida. Em tempo: praia limpa, sem farofeiros (sexta à tarde!), sem gritarias, vazia... só dava a gente "cascando o bico"!